[Vídeo] Vendedor de ingressos de Arapiraca morre após confronto com a polícia no interior de Sergipe
Suspeito, conhecido como “Estrela”, foi morto durante operação para prender membros de quadrilha de assaltantes de banco
Eduardo, vulgo “Estrela”, era conhecido em Arapiraca por vender ingressos de shows na porta de lojas no centro da cidade. Ele morreu nesta quarta-feira (09) em confronto com agentes das polícias Federal e Civil durante uma operação realizada na cidade de Carira, interior de Sergipe. A ação foi realizada em cumprimento de mandados de prisão em Sergipe e também no estado da Bahia.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de Sergipe, Eduardo “Estrela” era suspeito de integrar uma quadrilha investigada por roubos e assaltos a banco na região. Durante a o operação, outras cinco pessoas foram presas temporariamente, acusadas de pertencerem à mesma organização criminosa. O acusado costumava ostentar dinheiro e outros bens de valor em suas redes sociais, como no vídeo abaixo, em que ele afirmava "tomar banho" com maços de notas.
Mandados
Ao todo, a justiça expediu oito mandados de prisão e onze de busca e apreensão nas cidades de Carira (SE), Jacobina (BA) e Salvador (BA). A ação também resultou na apreensão de R$ 103 mil em espécie, dois carros, sendo um de luxo, além de três pistolas.

Dinheiro e arma apreendidos durante operação — Foto: Divulgação/PF
A Operação, batizada de "Machine buster", faz alusão aos caixas eletrônicos incendiados e destruídos. Além das policias sergipanas, também participou o apoio tático da Coordenação de Operações Especiais da Polícia Civil da Bahia.
Ataques
As investigações tiveram início após a explosão e tentativa de roubo a duas agências bancárias no município de Carira-SE em setembro de 2020. Durante o ataque às agências, os criminosos efetuaram disparos de arma de fogo em direção aos prédios das polícias Civil e Militar da região e durante a fuga, os criminosos incendiaram dois veículos e fugiram para a Bahia.

Explosão a banco em Carira (SE) — Foto: PM-SE/Divulgação/Arquivo
À época, a Polícia Federal realizou exames periciais e coleta de informações para investigar o assalto. Na ocasião, segundo a PF, os agentes utilizaram vestimenta especial para o desarme de explosivos que não haviam sido detonados.
Os envolvidos agora podem responder pela prática de crimes de dano, tentativa de furto qualificado e associação criminosa.
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