PC prende em São Paulo acusado de assassinar vítima com golpes de porrete em Porto Real do Colégio
Acusado atraiu a vítima e perceber que o homem estava embriagado o atingiu com golpes de porrete até matá-lo
Policiais civis da delegacia de Porto Real do Colégio, coordenados pelo delegado Rômulo Andrade, deram cumprimento a um mandado de prisão expedido pelo juiz Vinicius Garcia, da comarca local, em Mogi das Cruzes, no interior do estado de São Paulo, para prender um homem acusado de homicídio no município ribeirinho.
De acordo com as informações policiais, o mandado foi cumprido no Centro de Detenção Provisória (CDP) da cidade paulista, onde o acusado estava preso por envolvimento com o tráfico de entorpecentes.
O acusado foi apontado pelas investigações comandadas pelo delegado Rômulo Andrade e sua equipe como sendo o responsável pelo homicídio que teve como vítima Leandro Bezerra Pimentel, de 34 anos. O crime aconteceu em 13 de abril de 2019 na área conhecida como “Ferry Boat”, em Porto Real do Colégio.
Investigações atualizadas
As investigações mostraram que a vítima foi atraída ao local pelo acusado, que fingiu ser seu amigo para poder se vingar de uma confusão registrada anteriormente. Leandro, que estava sozinho e embriagado, foi assassinado com diversos golpes de porrete, principalmente na região da cabeça.
De acordo com o delegado, o criminoso, que possui passagens pela polícia pela prática de vários crimes, foi identificado e localizado graças a continuidade do trabalho da delegacia local, que sempre atualiza as pesquisas dos foragidos da Justiça da comarca, sendo constado que o mesmo havia sido preso recentemente.
"Com base no resultado das novas diligências, entramos em contato com o CDP e com o juiz da 2ª Vara Criminal de Mogi das Cruzes/SP, cientificando-os acerca da existência da ordem de prisão contra o acusado, emitida pela Justiça de Alagoas”, afirmou o delegado.
Rômulo Andrade declarou que a Polícia Civil vai providenciar a remoção do preso para o Sistema Prisional de Alagoas e o acusado será julgado pelo Tribunal do Júri de Porto Real do Colégio. "A pena para esse tipo de crime pode chegar a 30 anos de reclusão”, declarou o delegado.
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