Operação dos EUA matou líder da Al Qaeda no fim de semana
Alvo da operação, descrita pela Casa Branca como "bem-sucedida", era Ayman al-Zawahiri, que chegou a atuar como médico pessoal de Osama Bin Laden
Os Estados Unidos mataram o líder da Al Qaeda, Ayman al-Zawahiri, em um ataque de drone no Afeganistão.
“No fim de semana, os Estados Unidos conduziram uma operação de contraterrorismo contra um alvo significativo da Al Qaeda no Afeganistão. A operação foi bem-sucedida e não houve vítimas civis”, disse um alto funcionário do governo.
Zawahiri, que acabou de completar 71 anos, permaneceu um símbolo internacional do grupo após a morte de Osama Bin Laden.
O alvo da operação chegou a atuar como médico pessoal de Bin Laden, morto há 11 anos pelos Estados Unidos.
Zawahiri vem de uma distinta família egípcia, de acordo com o New York Times. Seu avô, Rabia’a al-Zawahiri, era um imã, uma espécie de sacerdote, da Universidade al-Azhar, no Cairo. Seu tio-avô, Abdel Rahman Azzam, foi o primeiro secretário da Liga Árabe — organização de estados árabes.
O Departamento de Estado dos EUA ofereceu uma recompensa de até US$ 25 milhões, cerca de R$ 129 milhões, por informações que levassem diretamente à captura de Zawahiri.
Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) de junho de 2021 sugeriu que ele estava localizado em algum lugar na região fronteiriça entre Afeganistão e o Paquistão.
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