Eleições 2022

Cícero e Eliane assinam carta em defesa da agroecologia e do meio ambiente

Eles ainda visitaram ocupação do MTST na região do município de Delmiro Gouveia, no Alto Sertão

Por 7Segundos com Assessoria 09/09/2022 20h08 - Atualizado em 09/09/2022 20h08
Cícero e Eliane assinam carta em defesa da agroecologia e do meio ambiente
Cícero e Eliane assinam carta em defesa da agroecologia e do meio ambiente - Foto: Assessoria

Compromisso com a natureza, com o desenvolvimento sustentável e o meio ambiente. Esses são eixos de trabalho da candidatura de Cícero Albuquerque e Eliane Silva ao governo de Alagoas.

Nesta terça-feira (6), eles estiveram em Delmiro Gouveia, no Sertão alagoano, onde assinaram três cartas-compromisso, em defesa da agroecologia, de energias renováveis e em defesa do meio ambiente. Outros candidatos foram convidados para a assinatura e confirmaram presença, apenas Cícero e Eliane compareceram.

Proposta pelo colegiado territorial do Alto Sertão, um agrupamento suprapartidário que reúne há mais de 18 anos organizações, coletivos, movimentos sociais, associações e sindicatos para discutir políticas públicas para a região do Alto Sertão, a carta-compromisso reúne propostas e direcionamentos acerca dos defesas.

“Nós já partimos de uma ideia de governo que não aceita um desenvolvimento que não conviva em harmonia com a natureza, que não a preserve e enxergue um futuro que alie progresso e bem estar social e natural. Então, para nós, há realmente um compromisso com essas pautas e a defesa dos temas aqui assinados”, disse Cícero.

Os candidatos seguiram agenda para a Ocupação Silvana Polinari, do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), também em Delmiro Gouveia.

Lá, eles conversaram com os assentados e fortaleceram junto aos moradores da ocupação a ideia de luta, de autonomia, criação e por um poder popular.

Eliane Silva, vice-candidata na chapa, é dirigente do MTST. Ela explicou que a ocupação se faz necessária em um contexto de garantia de moradia em uma região que já apresenta dificuldades por si só.

“Na seca, é ainda mais difícil para as pessoa que não tem onde morar. Por isso aqui elas se unem e se auxiliam na sobrevivência, na produção em busca de uma vida melhor e mais digna”, disse Eliane.