Homem que espancou morador de rua a pauladas no Distrito Federal é preso
Crime foi registrado por câmeras de videomonitoramento
O segundo suspeito de espancar um homem em situação de rua de 28 anos até a morte foi preso nesta quarta-feira (16/8). O crime ocorreu em 9 de agosto, quando três homens agrediram o rapaz na Cidade da Estrutural. O primeiro já havia sido preso em flagrante e o terceiro segue foragido.
O suspeito tem 25 anos e se apresentou acompanhado do advogado. Ele já tinha passagens na polícia por receptação e lesão corporal na lei Maria da Penha.
“Foi recolhido à carceragem e permanecerá à disposição da Justiça. Se condenado, pode pegar uma pena de até 30 anos de prisão”, detalhou a delegada-chefe da 8ª Delegacia de Polícia (Estrutural), Bruna Eiras, responsável pelas investigações.
“O terceiro autor, o mais agressivo pelos vídeos, que trajava camisa vermelha e efetuava golpes de pauladas na vítima segue foragido”, completou. Na delegacia, o suspeito não quis se pronunciar.
O crime
A vítima vivia em situação de rua e tinha dependência química, segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
Nas filmagens é possível ver um homem sendo perseguido por outros três. Rapidamente um dos suspeitos, que vestia uma camisa laranja, segura a vítima, bate nela com um pedaço de pau e a derruba no chão.
Logo em seguida, os agressores fazem um círculo ao redor do homem e continua as agressões de várias formas. Foram utilizados objetos como pedaços de pau, pedras, vidros e mangueiras. Além disso, os envolvidos fizeram uso de outros itens que estavam à disposição na via pública para agredir a vítima.
Nas filmagens é possível ver um homem sendo perseguido por outros três. Rapidamente um dos suspeitos, que vestia uma camisa laranja, segura a vítima, bate nela com um pedaço de pau e a derruba no chão.
Logo em seguida, os agressores fazem um círculo ao redor do homem e continua as agressões de várias formas. Foram utilizados objetos como pedaços de pau, pedras, vidros e mangueiras. Além disso, os envolvidos fizeram uso de outros itens que estavam à disposição na via pública para agredir a vítima.
Em certo momento, o trio para de agredir o homem em situação de rua e fica andando pela via enquanto o homem está imóvel no chão. Mas logo voltam a agredi-lo com pedaços de paus e com uma mangueira enquanto repetem a palavra “Jack”.
Depois disso, a vítima é arrastada até o outro lado da via, e as agressões continuam. Alguns minutos depois, os suspeitos se afastam e a vítima tenta se levantar, mas rapidamente eles retornam e continuam golpeando o homem com um pedaço de madeira, um de mangueira e chutes.
Durante a sessão de espancamento, um dos suspeitos repetiu diversas vezes: “Para Jack não tem vez não, lei da favela é essa. Jack tem que ficar com a cara do chão”, enquanto desferia chutes no rosto da vítima, que estava chorando e gemendo de dor.
Poucos segundos depois, o homem perguntou quem teria dito que ele era “Jack”, mas o agressor o mandou ficar calado e continuou chutando a vítima.
Após aproximadamente 20 minutos de espancamento, o trio deixa o local e o homem fica deitado no chão gemendo de dor.
A Polícia Militar do Distrito Federal chegou à cena 10 minutos após os suspeitos deixarem a via pública. A vítima ainda estava com vida e foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), mas morreu no mesmo dia.
Últimas notícias
Ensino bilíngue é apresentado por JHC como novo modelo educacional em Maceió
PF é comunicada para prender Oruam se ele tentar sair do país
Em reunião com líderes, Motta reclama de críticas de ministros de Lula
Operação Lei Seca prende 16 condutores alcoolizados no final de semana de prévias
CNJ recebe nova denúncia de assédio contra Buzzi, ministro do STJ
Prefeitura de Arapiraca lança feira que coloca o município no calendário agro nacional
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
