Caso Carolaine: polícia identifica mulher que cortou cabelo de manicure assassinada em Penedo
Segundo delegado, uma das hipóteses de que é criminosa tinha intenção de fazer megahair
A mulher que cortou o cabelo da manicure Carolaine Correia dos Santos, 26, após ela ter sido assassinada na última terça-feira (15), em Penedo, já foi identificada pela Polícia Civil.
De acordo com o delegado regional de Penedo, Rômulo Andrade, foi aberto inquérito policial para investigar se a mulher cometeu vilipêndio de cadáver, crime previsto no Código Penal Brasileiro que corresponde a prática de menosprezar, ultrajar ou tratar sem o devido respeito o cadáver ou suas cinzas, cuja pena é de um a três anos de detenção e multa.
"Há versões conflitantes: uma de que a mulher teria entregado o cabelo a mãe, como lembrança e a outra de que ela teria pedido o cabelo, que se ninguém quisesse ela poderia fazer um megahair para ela. Essa mulher já foi identificada", afirmou o delegado, explicando que deve ouvir o depoimento das pessoas envolvidas esta semana.
Quando o corpo de Carolaine chegou à funerária para ser preparado para o sepultamento, na quarta-feira (16), uma mulher chegou ao local se apresentando como irmã da vítima. Ao ficar a sós com o corpo, cortou os cabelos do cadáver se saiu sem ser vista.
Depois, quando os familiares da manicure chegaram, já encontraram o corpo com os cabelos cortados.
Saiba mais sobre o Caso Carolaine
Carolaine Correia dos Santos, mais conhecida como Calica, tinha 26 anos e trabalhava como manicure. Ela tinha longos cabelos escuros e foi assassinada a tiros na localidade conhecida como Camartelo do Meio no último dia 15 de agosto.
De acordo com as investigações da polícia, a vítima estava na porta de uma residência para fazer as unhas de uma cliente, que era o verdadeiro alvo dos criminosos.
Os assassinos ligaram para o mandante do crime para saber quem deveriam matar: "a gordinha ou a magrinha". Carolaine correu assustada e foi assassinada, no lugar da outra muher.
O crime, de acordo com a polícia, está relacionado com a disputa entre quadrilhas pelo tráfico de drogas na comunidade.
Seis pessoas envolvidas no crime já foram identificadas e, de acordo com a policia, o executores são de Sergipe e não conheciam a região onde o homicídio foi praticado, por isso ficaram o tempo todo ao telefone com o mandante.
Dias após o assassinato, o carro usado pelos criminosos foi encontrado no município Nossa Senhora do Socorro, em Sergipe.
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