Leandro Pinheiro confessou feminicídio de Mônica Cavalcante, mas alegou embriaguez
Segundo delegado, acusado contava com rede de apoio e vivia sem trabalhar na Bolívia
Preso na cidade de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, Leandro Pinheiro Barros confessou, em suas primeiras declarações para a polícia no Brasil, ter assassinado a esposa, Mônica Cristina Cavalcante Alves, mas alegou que estava embriagado no momento do crime.
A informação foi confirmada pelo delegado Thales Araújo, titular da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (Dinpol), que nesta sexta-feira (05), deu mais detalhes sobre a prisão do acusado, que estava foragido desde o crime, em 18 de junho de 2023.
"Ele apenas confessou o crime, mas disse que cometeu a fatalidade porque estava bêbado", afirmou.
Segundo o delegado, Leandro Pinheiro foi "bem orientado" e conseguiu chegar à Bolívia quatro dias após o crime, e teria escolhido a cidade de Santa Cruz de La Sierra devido à grande quantidade de brasileiros na região.
Usando nome e documentos falsos, ele iniciou uma nova vida, e contava com ajuda de uma rede de apoio para se manter, já que não tinha emprego formal.
"Ele passou a viver uma vida comum, tinha amizades, uma namorada e frequentava cultos. Depois de cometer um crime de tamanha maldade, acabando com a vida da mulher e também a dos filhos, ele vivia uma vida sem levantar qualquer suspeita", afirmou o delegado.
De acordo com Thales Araújo, o acusado de feminicídio de Mônica Cavalcante estava certo que conseguiria viver na impunidade e achava que nunca seria localizado para responder pelo crime.
No momento da prisão, Leandro Pinheiro não ofereceu resistência. Ele foi entregue às autoridades policiais brasileiras na fronteira entre os dois países e levado para uma unidade prisional em Corumbá, no Mato Grosso do Sul. Ele deve ser recambiado para para o sistema penitenciário alagoano neste fim de semana.
Só depois que ele chegar a Alagoas é que será ouvido formalmente sobre o crime. A polícia pretende esclarecer também se ele obteve ajuda durante a fuga e para se manter financeiramente no período em que permaneceu na Bolívia. Se ficar comprovado, os responsáveis poderão responder criminalmente.
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