[Vídeo] Mãe de irmãos mortos em chacina pede justiça e afirma que filhos não eram ladrões
'Ele disse que não sabia para onde eles tinham ido, mas eles já estavam mortos', revelou Joseane ao se encontrar com autor confesso do crime
A mãe dos irmãos Lucas da Silva Santos, de 15 anos, e Letícia da Silva Santos, de 20, duas das vítimas da chacina ocorrida em Arapiraca no dia 13 de abril de 2024, no Sítio Laranjal, fala ao Portal7Segundos sobre o caso, que teve como vítimas outros dois jovens, identificados como Joselene de Souza Santos, de 17 anos, que era namorada de Lucas, e Erick Juan de Lima Silva, de 20 anos, amigo dos outros três.
Na entrevista ao 7Segundos, Joseane Bezerra expressa sua angústia ao ver os filhos serem apontados como ladrões pelo homem que confessou ser o autor dos assassinatos, o artista plástico Reginaldo da Silva Santana, 38 anos, conhecido como Giba, dono da chácara onde os quatro corpos foram jogados dentro de uma cacimba e localizados pela polícia na sexta-feira, 19 de abril, mesmo dia em que Giba foi preso pela Polícia Civil.
No sábado (20), outros dois homens foram presos no interior de Sergipe, apontados por Giba como as pessoas que capturaram Lucas e Erick e os levaram para a propriedade do artista plástico para serem executados junto com as duas jovens após Giba desconfiar que ambos teriam furtado alguns objetos da casa dele, segundo a versão do suspeito dada à polícia.
"Meus filhos não eram ladrões, o que eles queriam eles pediam, se eles estivessem passando necessidade ou precisando de alguma coisa, eles iriam pedir e não roubar", disse a mãe de Lucas e Letícia.
Joseane contou ainda que quando esteve na casa onde os filhos estavam morando junto com Joselene e Erick, à procura deles, um imóvel que fica ao lado da propriedade de Giba, encontrou com o artista plástico e perguntou a ele pelos filhos.
"Ele disse que não sabia para onde eles tinham ido, mas eles já estavam mortos", revelou Joseane.
Joseane afirmou também que os filhos dela faziam serviços na propriedade de Giba, como a limpeza da casa e da piscina, por exemplo, e ainda davam aves para alimentar as cobras de silvestres encontradas e apreendidas na casa de Reginaldo.
"Ele é quem procurava os meninos pra trabalhar na casa dele e queria levar eles pra Penedo não sei pra quê, mas eu não deixei", contou a mãe de Letícia, que agora, tenta esquecer a dor de perder os filhos ao se dedicar aos cuidados da neta, uma bebê de 2 anos.
"Ela fica falando: mamãe, mamãe, e eu não sei o que dizer", se emociona Joseane ao falar da bebê.
Assista a entrevista completa através do link abaixo:
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