Hospital de Emergência do Agreste realiza capacitação para Residentes em Saúde sobre Vigilância Epidemiológica
O HEA é referência em atendimentos para a II Macrorregião de Saúde, composta por 46 municípios das regiões Agreste, Sertão e Baixo São Francisco.
O Núcleo de Vigilância Epidemiológica do Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca, está promovendo uma série de quatro encontros formativos, voltados para residentes das áreas uni e multiprofissionais em saúde. A ação é conduzida pela coordenadora do setor, Ana Lúcia Alves, e tem como foco a compreensão dos conceitos e da prática da Vigilância Epidemiológica no ambiente hospitalar.
Ana Lúcia Alves iniciou os encontros com uma exposição introdutória sobre o que é a vigilância em saúde, a estrutura, objetivos e as ferramentas de monitoramento de doenças transmissíveis e não transmissíveis. A primeira aula abordou os conceitos básicos da vigilância. Nos próximos módulos, os temas incluem indicadores de saúde, sistemas de informação e, por fim, a apresentação do próprio Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar do HEA.
“Esse processo de aproximação com os residentes é um avanço importante. Ao conhecerem o funcionamento da vigilância no contexto hospitalar, os profissionais em formação passam a compreender melhor o papel do núcleo e se tornam aliados no aprimoramento das informações que alimentam os sistemas de saúde”, destacou Ana Lúcia Alves, ao salientar que, durante os encontros, também são discutidas as formas de análise dos indicadores, a aplicação prática e o impacto dos dados na formulação de estratégias de prevenção e resposta às demandas do hospital.
Para a residente em Serviço Social, Elis Regina dos Santos, a experiência tem sido fundamental para a formação. “É um tema que perpassa todas as profissões. Aqui, sendo um hospital de referência, é essencial compreendermos a importância desses dados para pensar políticas públicas. Isso nos ajuda a monitorar situações de risco, surtos e até a recorrência de doenças”, afirmou.
O HEA é referência em atendimentos para a II Macrorregião de Saúde, composta por 46 municípios das regiões Agreste, Sertão e Baixo São Francisco. “A atuação do Núcleo de Epidemiologia é essencial na coleta, análise e disseminação de informações que orientam a tomada de decisões clínicas, administrativas e de saúde pública. Com a participação dos residentes, a expectativa é de que haja maior sensibilidade para as ações de vigilância, fortalecendo a qualidade das informações prestadas pelo hospital” , explicou Ana Lúcia Alves.
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