Família usa redes sociais para localizar acusado de matar mulher em Arapiraca em 2004
Manoel Jadielson Moreira do Nascimento é considerado foragido da justiça alagoana por crime de homicídio
Já faz mais de 20 anos que a família de Maria Aparecida Tenório Bezerra, conhecida como Cidinha, luta por justiça, para que o assassino que tirou a sua vida pague pelo crime na cadeia.
No dia 10 de janeiro de 2004, Maria Aparecida, 34 anos, foi morta a golpes de faca no bairro Alto do Cruzeiro,. em Arapiraca, por um homem identificado como Manoel Jadielson Moreira do Nascimento.
Segundo a família da vítima, Manoel Jadielson era muito próximo da família, compadre da vítima, inclusive, pois Maria era madrinha de uma de suas filhas.
Em contato com a redação do 7Segundos, uma das filhas de Maria Aparecida contou que o crime aconteceu porque a a vítima foi pedir de volta um botijão de gás que havia emprestado a Jadielson.
"Ela havia emprestado o botijão a ele e quando ela foi pedir de volta porque ia precisar, ele não gostou e desferiu dois golpes de faca nela", contou uma das filha da vítima ao 7Segundos.
Desde então, segundo a família da vítima, Manoel Jadielson permanece foragido. Parentes da vítima receberam a informação de que o criminoso teria refeito a vida dele na cidade de Franca, interior de São Paulo.
A família conseguiu manter contato com a polícia da localidade, os policiais foram até ao endereço onde Manoel Jadielson encontrava-se residindo, mas ele fugiu, mais uma vez, segundo a família de Maria Aparecida.
Em 2021, a família teve a informação de que Manoel Jadielson estava em Arapiraca e conseguiu que a justiça local, através da 5ª Vara Criminal, expedisse uma mandado de prisão preventiva contra o acusado, que não chegou a ser cumprido porque Jadielson fugiu novamente e permanece considerado foragido da justiça.

Trecho do mandado expedido pela justiça contra Manoel Jadielson em 2021. Foto: reprodução
Para ajudar na captura do foragido, a família de Maria Aparecida criou um perfil no Instagram que se chama @justiça_por_cidinha_ onde foi postada uma foto mais recente de Manoel Jadielson. Para acessar o perfil, basta clicar no link: https://www.instagram.com/just...
"Fizemos o perfil para fazer a divulgação do caso com as fotos dele, para se a gente consegue chegar até ele mais uma vez", conta uma das filhas.
Ainda segundo a família da vítima, após se instalar em Franca-SP, Manoel Jadielson passou a trabalhar como pedreiro e era conhecido na região como 'Francisco' ou 'Chico Pedreiro'.
A família contou que fez com que a notícia sobre a morte de Maria Aparecida se espalhasse na cidade paulista, causando grande repercussão, mas mesmo assim, o Jadielson não foi localizado e preso pela polícia.
Recompensa
Uma recompensa no valor de R$10 mil está sendo oferecida pela família da vítima para quem informar o paradeiro do acusado.
"Maria Aparecida faleceu deixando seis filhos, cinco biológicos e um adotivo, que mais uma vez perdeu a mãe, ficou sem mãe, e estamos aí, lutando por justiça por todos esses anos, pra sejamos notados e a gente encontre ele e que ele pague pelo que ele fez, pois é muito difícil, após todos esses anos, a gente ver que a justiça não foi feita, mas a gente vai continuar lutando por isso", desabafou uma das filhas.
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
