Quem é o suspeito de ataque em jantar com Trump
O homem de 31 anos seria morador de Torrance, na Califórnia, nos subúrbios a sudoeste de Los Angeles
O suspeito de ter atirado durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca na noite deste sábado (25), foi identificado como Cole Tomas Allen, segundo a imprensa americana.
Segundo a CBS News, parceira da BBC nos Estados Unidos, ele disse às autoridades que tinha como alvo autoridades ligadas ao presidente americano Donald Trump.
Citando duas fontes não identificadas, a CBS afirma também que entre cinco e oito tiros foram disparados durante o incidente.
O homem de 31 anos seria morador de Torrance, na Califórnia, nos subúrbios a sudoeste de Los Angeles.
A CBS News afirma que Allen trabalhava como tutor em Torrance após se formar no prestigiado Instituto de Tecnologia da Califórnia.
A polícia informou que ele era hóspede do hotel Washington Hilton, onde o jantar acontecia, e portava várias armas — incluindo revólveres e facas.
Allen está recebendo tratamento hospitalar após o incidente e deve ser formalmente acusado na segunda-feira. Ele irá responder por uso de arma de fogo durante crime violento e agressão a agentes federais.
Trump foi tirado às pressas do local
O presidente americano Donald Trump foi retirado às pressas do hotel em Washington neste sábado (25), após tiros serem ouvidos no local, onde ele discursaria no tradicional jantar com os correspondentes da Casa Branca.
Ele deu uma entrevista coletiva em que informou que um homem munido com diversas armas abriu fogo e tentou entrar no local do evento antes de ser detido pela segurança.
Um agente ficou ferido na ação, mas foi salvo pelo colete à prova de balas e está bem, segundo o presidente americano.
"Minha impressão é que ele era um lobo solitário maluco", disse Trump. "Essas pessoas são loucas. São pessoas loucas, e precisam ser contidas."
O tumulto foi percebido por volta das 20h35 no horário local (21h25 em Brasília), quando Trump e a primeira-dama Melania já estavam no local do evento, no hotel Hilton Washington, na capital americana.
Um barulho alto foi ouvido e, em seguida, vários membros do serviço secreto escoltaram o presidente, que já estava na mesa principal, para fora do local enquanto pessoas gritavam "abaixem-se, abaixem-se".
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