[Vídeo] Arapiraquense gasta mais de R$ 25 mil para tratamento de saúde e pede ajuda para continuar viva
Aos 38 anos, Eliane Laurindo enfrenta trombose cerebral, doenças cardíacas e lúpus enquanto aguarda procedimentos pelo SUS
Em uma verdadeira corrida contra o tempo, a moradora de Arapiraca Eliane Laurindo da Silva, de 38 anos, luta diariamente para sobreviver diante de um grave quadro de saúde que vem comprometendo sua qualidade de vida e colocando sua vida em risco constante. Em entrevista concedida ao Portal 7Segundos, ela relatou o drama enfrentado nos últimos quatro anos, período em que descobriu uma trombose venosa cerebral associada a doenças cardíacas e, mais recentemente, o lúpus, doença autoimune crônica em que o próprio sistema imunológico passa a atacar órgãos e tecidos saudáveis do corpo.
Segundo Eliane, as enfermidades acabam agravando umas às outras, provocando uma série de complicações severas. Ela relata sofrer frequentemente com episódios de isquemia, convulsões, dores intensas, desorientação, fraqueza e dificuldades de locomoção. Atualmente, a arapiraquense afirma que não consegue mais sair de casa sozinha.
“Tenho convivido com dores insuportáveis e já não consigo levar uma vida normal”, desabafou.
De acordo com ela, os médicos classificam seu estado de saúde como extremamente delicado. “Eles dizem que sou uma bomba-relógio”, contou.
Além da trombose venosa cerebral, Eliane também foi diagnosticada com trombofilia, condição que aumenta a tendência de formação de coágulos sanguíneos. Segundo ela, o problema vem causando hematomas constantes pelo corpo e elevando os riscos de AVC, infarto e embolia pulmonar.
O lúpus, descoberto recentemente, também já estaria provocando danos aos rins e à região abdominal, agravando ainda mais o quadro clínico.
Sem conseguir trabalhar devido às limitações causadas pelas doenças, Eliane afirma já ter gasto mais de R$ 25 mil com consultas médicas, exames especializados, medicamentos e tratamentos necessários para se manter viva. Muitos dos procedimentos, segundo ela, são considerados urgentes, mas ainda aguardam autorização ou realização pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
“Os exames são caros. No SUS sempre dizem que vai sair, mas me deixam esperando e os riscos só aumentam”, relatou.
Para continuar o tratamento, ela vem recorrendo a campanhas solidárias, rifas e vaquinhas virtuais para arrecadar recursos. Quem puder ajudar pode contribuir por meio da chave Pix: (82) 9 9985-6821, em nome de Eliane Laurindo da Silva.
Confira a entrevista completa concedida por Eliane ao Portal 7Segundos:
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