Um dos pacientes com suspeita de intoxicação em Pariconha recebe alta médica
Homem foi liberado nesta quarta-feira (29)
Um dos pacientes que foi internado no Hospital Regional do Alto do Sertão (HRAS) na cidade de Delmiro Gouveia, recebeu alta médica nesta quarta-feira (29). Ele era um dos sete homens que estavam com suspeita de intoxicação após ingerir a bebida alcoólica conhecida popularmente como "Raizada", na feira livre do município de Pariconha, no Alto Sertão de Alagoas.
O paciente teve uma evolução positiva no quadro de saúde e foi liberado do hospital para ir para casa. Outros cinco homens permanecem sob cuidados hospitalares e acompanhamento das equipes de saúde. Gilberto Alves Vicente, 36 anos, neste domingo (26) após ser internado com suspeita intoxicação.
A Polícia Civil comunicou ainda que diante da impossibilidade de determinação imediata da causa biológica do óbito de Gilberto Alves Vicente, o caso foi registrado provisoriamente como morte a esclarecer. O inquérito policial está sendo instaurado.
A Polícia Científica de Alagoas informou que durante o exame de necropsia realizado no Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca, foram coletadas amostras biológicas da vítima, que serão analisadas pelo Laboratório de Química e Toxicologia Forense da Polícia Científica. A previsão é de que os exames sejam concluídos em cerca de uma semana após o recebimento do material.
A Polícia Científica também esclareceu que a bebida apreendida durante a investigação e as amostras biológicas dos pacientes sobreviventes, que permanecem internados, serão encaminhadas inicialmente ao Laboratório Central de Saúde Pública de Alagoas (Lacen/AL). Após essa etapa, o material seguirá para o Laboratório de Química e Toxicologia Forense, onde serão realizadas as análises periciais.
Raizada
As investigações tiveram início após diversos frequentadores da feira livre do município apresentarem sintomas compatíveis com intoxicação. Com o avanço das apurações, a bebida alcoólica "Raizada" passou a ser considerada a principal linha de investigação.
Apesar da coincidência entre os casos, as autoridades reforçam que ainda não há elementos que comprovem que a morte de Gilberto tenha sido causada pela suspeita de intoxicação. A confirmação dependerá dos exames periciais e das análises laboratoriais conduzidas pelo Laboratório Central de Alagoas (Lacen).
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