Politicando

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Ex- deputado deve ser expulso do PT

17/05/2017 09h09
Ex- deputado deve ser expulso do PT

Com o impeachment da presidente Dilma Rousseff, o PT em Alagoas decidiu sair do governo de Renan Filho. Mas um petista ainda continuou com um cargo, o ex-deputado Judson Cabral permaneceu na presidência da Serveal, fato que segundos alguns militantes petistas vem incomodando a direção estadual do partido. Eles acham incoerente o Partido dos Trabalhadores se mostrar como oposição ao filho do senador Renan Calheiros tendo um “companheiro” dentro do governo peemedebista.

O militante ainda informou ao Politicando que a maioria no PT Alagoas quer a saída de Judson do partido. Pois acham que ele não representa mais a ideologia esquerdista e só se mantém na sigla por saber que tem condições de conseguir novamente uma vaga na Assembleia Legislativa no ano que vem.

Se Judson não pedir para sair, será aberta uma votação e ele vai acabar sendo expulso. A situação não está nada fácil para o ex-deputado.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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