Politicando

Politicando

Politicando

Empresa que seria ligada a deputado não paga terceirizados há três meses na ALE

25/05/2017 15h03
Empresa que seria ligada a deputado não paga terceirizados há três meses na ALE

O Politicando recebeu denúncia de funcionários terceirizados da Assembleia Legislativa do Estado (ALE) de que estão com seus salários dos meses de março, abril e maio atrasados. Principalmente servidores de áreas como serviços gerais (faxineiras, copeiros e garçons), são contratados por uma empresa chamada VM Serviços LTDA que é fornecedora da Casa de Tavares Bastos e segundo informações seria ligada a um deputado que comanda as diretrizes do Legislativo.

A situação dos terceirizados está tão complicada, que funcionários comissionados da Casa Legislativa estão fazendo “cotinha” para ajudar os servidores. O maior problema para eles é que não podem nem contestar, pois são ameaçados de serem demitidos. 

Um deles revelou ao Politicando que já teve servidor demitido por enfrentar o dono da empresa.

A justificativa da Assembleia é a de que está faltando documentos da VM Serviços para poder regularizar o pagamento, mas que o dono da empresa não estava conseguindo essa documentação, que pelos comentários nos bastidores da Casa Legislativa, poderia revelar as fraudes da firma.

O que vemos são servidores sofrendo sem dinheiro e uma justificativa que não convence ninguém. Com a palavra a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa para resolver esse problema e acabar com a agonia desses trabalhadores.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

Arquivos