Politicando
Governador vem tentando aproximação com eleitorado da Capital para inviabilizar candidatura de Rui no ano que vem
O governador Renan Filho (Renan Filho) vem atuando nos bastidores da política para ter uma reeleição tranquila e sem um adversário forte para concorrer contra ele. Como ocorreu em 2014 ao enfrentar o senador Benedito de Lira na disputa pelo governo.
Tanto que ele vem tentando inviabilizar uma possível disputa contra o prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB). A última demonstração foi no Fórum de Competitividade do Movimento Alagoas Competitiva, presidido pelo Luiz Otávio Gomes, tucano e ex-secretário de estado no governo de Teotonio Vilela Filho (PSDB). O governador esteve presente e falou a uma plateia de empresários da capital.
Na próxima segunda-feira (29) Renan Filho deve ir à Casa da Indústria, palestrar para os industriais. Vale destacar que o presidente da Federação das Indústrias é José Carlos Lyra, ligado ao PSDB também.
A aproximação com esses “velhos” tucanos, segundo algumas pessoas ligadas ao governador, pode ajudar ele na sua pretensão de se reeleger com tranquilidade.
Ou seja, é um contra ataque do governador à possibilidade do Rui se candidatar ao governo no ano que vem. Pois analisando as pesquisa, o formador de opinião da capital, eleitor urbano, são os que mais rejeitam os Calheiros. E com essa aproximação ele vai "aparando as arestas com esse eleitor hostil". Se conseguir conquistar esse público provavelmente impede a candidatura do prefeito de Maceió.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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