Politicando
Sem habilidade política, Nivaldo Albuquerque deve perder espaço em 2018
Setores da política se perguntam qual a necessidade de resgatar um mandato para Nivaldo Albuquerque (PRP). O deputado não mostrou habilidade com a política. O deputado estadual Antônio Albuquerque (PTB), pai do parlamentar terá que substituir o candidato à federal da família porque Nivaldo mostrou que não sabe conduzir mandato próprio.
Até as redes sociais o deputado se resume a parabenizar cidades pela passagem da emancipação e mostrar fotos de seus cavalos e fazendas.
Outro fato foi informado pelo jornalista Genésio Araújo Junior, responsável pela agência de notícias Política Real, parceira do 7 Segundos. Ele informou ao blog que ainda não teve a oportunidade de testemunhar algum pronunciamento relevante do deputado Nivaldo Albuquerque na Câmara Federal.
Ao acessar o site da Câmara Federal percebemos realmente que o deputado não vem atuando bem politicamente, pois não há nenhuma atividade legislativa registrada. Nem muito menos proposições ou projetos de lei, apenas sugestões, o que não quer dizer muito.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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