Politicando
Feijó negociou caixa 2 por e-mail e imaginava que não seria descoberto
A Polícia Federal de Alagoas dando sequência ao relatório alternativo da CPI do Futebol no Senado, desencadeou nesta sexta-feira (09) a Operação Bola Foera, com o cumprimento de mandados de busca e apreensão expedidos pelo Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL) a pedido do Ministério Público Eleitoral, em quatro endereços ligados ao vice-presidente da CBF e prefeito de Boca da Mata, Gustavo Feijó (PMDB).
Desde o ano passado, vários portais de notícias vinham veiculando que Feijó estava sendo investigado pela CPI e que a qualquer momento a casa poderia cair. E caiu!!! E por uma grande estupidez do prefeito de Boca da Mata.
O Politicando explica: Feijó solicitou caixa dois via e-mail ao então presidente Marco Polo Del Nero, como mostra as imagens e como consta no relatório da CPI do Senado. Mas o que o ex-vice presidente da Federação Alagoana de Futebol (FAF) não sabia ou sabia e queria ser pego, era o fato de e-mail corporativo no Brasil são 96% da Microsoft. O Bill Gates assinou um tratado internacional de Transparência. Basta qualquer cidadão solicitar à base de dados deles que a Microsoft repassa. Não há nenhum sigilo. A justiça tem acesso total. Foi aí que a casa caiu para o prefeito de Boca da Mata.
Feijó em entrevista para alguns portais nesta sexta-feira (09) afirmou que está com a consciência tranquila e que respeita o trabalho da Polícia Federal, mas quem conhece ele sabe que não é verdade. Ele deve está apreensivo e acuado, sem saber o que fazer e imaginando que as coisas podem piorar e ele ter o mesmo caminho que o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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