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Eleições do ano que vem devem tirar Pedro Vilela de Brasília

16/06/2017 18h06
 Eleições do ano que vem devem tirar Pedro Vilela de Brasília

O deputado federal Pedro Vilela (PSDB) pode ficar a ver navios no ano que vem, ou para servir de consolo o tio Teotonio Vilela Filho pode tentar uma vaga para ele na Assembleia Legislativa do Estado (ALE). Isso porque se as delações da Lava Jato avançarem e chegarem no nome do ex-governador de Alagoas, este deve ser candidato a uma vaga na Câmara Federal, pois o Senado ficaria um pouco impossível, apesar de que aliados garantem que Téo será candidato de certeza ao Senado.

Mas o problema para o Pedro não é apenas esse. Outro fato que está pesando contra ele é a falta de maturidade e posicionamento em Brasília. Ele não vem sendo convincente e isso tem deixado os tucanos mais velhos preocupados.  Tanto que os comentários que chegam da cúpula tucana é a de que ele poderia também ser substituído pelo veterano ex-deputado estadual, Gilvan Barros. O nome de Rodrigo Cunha também ganha força, mas este quer ser senador.  

Pedro tem plano B ou C?  E seria o que?

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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