Politicando
Eleições do ano que vem devem tirar Pedro Vilela de Brasília
O deputado federal Pedro Vilela (PSDB) pode ficar a ver navios no ano que vem, ou para servir de consolo o tio Teotonio Vilela Filho pode tentar uma vaga para ele na Assembleia Legislativa do Estado (ALE). Isso porque se as delações da Lava Jato avançarem e chegarem no nome do ex-governador de Alagoas, este deve ser candidato a uma vaga na Câmara Federal, pois o Senado ficaria um pouco impossível, apesar de que aliados garantem que Téo será candidato de certeza ao Senado.
Mas o problema para o Pedro não é apenas esse. Outro fato que está pesando contra ele é a falta de maturidade e posicionamento em Brasília. Ele não vem sendo convincente e isso tem deixado os tucanos mais velhos preocupados. Tanto que os comentários que chegam da cúpula tucana é a de que ele poderia também ser substituído pelo veterano ex-deputado estadual, Gilvan Barros. O nome de Rodrigo Cunha também ganha força, mas este quer ser senador.
Pedro tem plano B ou C? E seria o que?
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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