Politicando

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As peculiaridades nas pesquisas eleitorais do estado

21/06/2017 18h06
As peculiaridades nas pesquisas eleitorais do estado

Desde que o mundo é mundo já existia a política. E para política o principal tempero de disputa é a chama 'pesquisa'.

Cada vez mais moderna ela tem sido mais frequente nesse ano pré-eleitoral. Diversos institutos todos os meses fazem suas entrevistas e análises.

Um fato curioso que tem chamado atenção se dá pelos números do prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB) numa eventual candidatura ao governo do Estado.

Em Maceió ele possui aprovação. Mediana, pouco acima dos 50%, e intenções de votos próximo dos 30%. O estranho é que cidades do interior, principalmente na Região Metropolitana de Maceió é que Rui se sai melhor. Municípios como Rio Largo, Marechal Deodoro e Pilar são exemplo de que Rui tem percentualmente mais intenção de voto nessas cidades do que em Maceió.

Segundo um dos principais analistas "É como se o maceioense não quisesse Rui Governador".

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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