Politicando
Aliança com JHC pode garantir reeleição de Renan Filho
Nos últimos dias os bastidores do mundo político foi bastante aquecido. Os principais líderes políticos se reuniram na cidade da Barra de São Miguel, balneário turístico e reduto de verão dos caciques eleitorais. Os palacianos andam com uma ideia que, se concretizada, pode definir a eleição deste ano para o governo.
Tido como o fiel da balança, o deputado JHC (PSB) é também lembrado em todas as pesquisas como 3º colocado no estado. Além disso, alterna entre 1º e 2º lugar para o governo nas pesquisas feitas na capital e região metropolitana de Maceió.
No núcleo duro do PMDB, saiu de um dos articuladores de Renan a solução.
“Se o PSB indicar o vice de Renan Filho a gente consegue neutralizar Rui onde ele deveria estar melhor: Maceió”.
Assim JHC, que é o maior e ferrenho opositor do prefeito de Maceió. Unindo-se a Renan Filho poderia indicar o vice da chapa do PMDB.
Na chapa de Federal do governo, JHC é considerado puxador de votos junto à Ronaldo Lessa. Nos cálculos dos peemedebistas, o governo faz hoje quatro federais, com JHC faria cinco.
Porém, o mais importante para o PMDB, além de montar uma chapa viável para o pessebista, é garantir a aliança que daria a Renan Filho dianteira na capital.
Se Renan Filho sair de Maceió na frente, Rui seria derrotado na cidade em que é prefeito e isso causaria um desconforto para os aliados do tucano, principalmente pensando na eleição de 2020.
Há até quem acredite que Rui desistiria de renunciar da prefeitura para disputar o governo.
Até 07 de abril muitas águas vão rolar.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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