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Renan Filho não tem apoio de Canuto em Pilar

27/09/2018 15h03
Renan Filho não tem apoio de Canuto em Pilar

Ontem, o senador Renan Calheiros (MDB) fez seu primeiro ato de campanha sem o governador Renan Filho (MDB). Foi no município de Pilar, ao lado do ex- prefeito da cidade, Carlos Alberto Canuto, do candidato a deputado federal, Sérgio Toledo e da candidata a estadual, Cibele Moura. 

Canuto bateu o pé e não quis o governador no evento. Já RF disse que tem Canuto em suas bases, além do atual prefeito de Pilar,  Renatinho Rezende. 

Na verdade, Canuto nunca conseguiu ser recebido pelo governador e por isso se tornou o primeiro eleitor do senador Renan Calheiros que não vota no governador Renan Filho.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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