Politicando
"Cabo Bebeto não tem 10 votos”, diz Maurício Quintela
Deputado estadual foi classificado como político sem voto, por ex-ministro.
Depois de ter inúmeros problemas por descumprir ordens enquanto Policial Militar, o deputado estadual Cabo Bebeto (PSL) passou a ter contratempos com a classe política e acabou sendo classificado como político sem voto. Defensor de Bolsonaro de “olhos fechados”, o parlamentar voltou a provocar bate-boca nas redes sociais e disparou sua metralhadora giratória contra o ex-deputado federal e ex-ministro do Governo Temer, Maurício Quintela.
Tudo começou quando Quintella comentou uma publicação nas redes sociais do governador Renan Filho (MDB) e elogiou as medidas adotadas pelo Estado em combate ao novo Coronavírus. Mas Bebeto perdeu a oportunidade de ficar calado e criticou a fala do atual secretário de Estado da Infraestrutura, chamando-o de “chumbeta”.
Como resposta, Maurício Quintela destacou sua trajetória de sucesso na política e disse que Bebeto foi eleito à sombra do nome do presidente Jair Bolsonaro. “Fui eleito 6 vezes deputado, trabalhando, nunca fui eleito a reboque de uma onda maluca! Tu mesmo não tem 10 votos! Me respeite, que sempre te respeitei!”, disparou o secretário. Cabo Bebeto optou por silenciar.
Com todo esse desgaste provocado por ações impensadas, corre nos bastidores a informação de que Cabo Bebeto é político de apenas um mandato.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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