Politicando
Prefeito de Marechal Deodoro intimida seus opositores com processos judiciais
Cidadão que chamou Cacau de “mentiroso e desonesto” terá que pagar R$ 3 mil
Quem criticar a gestão do prefeito de Marechal Deodoro, Cláudio Filho (MDB), corre o risco de ir parar na Justiça. Assim aconteceu com um cidadão do município, que foi condenado a pagar R$ 3 mil ao gestor por tê-lo chamado de “mentiroso, desonesto, desrespeitoso e até mesmo de forma indireta de ladrão”.
Ivanúbio de Araújo foi condenado pela juíza Fabíola Melo Feijão, da 2ª Vara Cível e Criminal de Marechal Deodoro, pelos crimes de difamação e injúria. O processo 0701247-16.2017.8.02.0044 foi iniciado em 2017 e julgado no dia 21 de maio de 2020.
A atitude do prefeito Cacau foi considerada como uma tentativa de intimidar todos aqueles que critiquem sua gestão. “Lamentável em pleno século 21 nasce um novo coronel em nossa cidade, mesmo sem nenhum passado familiar ou político em nossa cidade tentar na força querer calar um filho ilustre da nossa terra. Mas você Ivanúbio é maior que esse prefeito”, disse o internauta Fernando Cavalcante.
Já Roosevelt Messias disse que a população está revoltada com a perseguição do prefeito Cacau. “E é a lei do cão é? Quanto mais ele faz isso, aí é que o povo se revolta”, constatou.
Mesmo com a decisão que lhe julgou culpado, Ivanúbio continua usando suas redes sociais para mostrar falhas da gestão comandada por Cacau, em Marechal Deodoro.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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