Politicando
Políticos alagoanos repercutem saída de Weintraub do MEC
Paulão e Collor criticaram a passagem turbulenta do ex-ministro no governo
O deputado federal Paulão (PT) e o senador Fernando Collor (PROS) usaram o Twitter para comentar a saída de Abraham Weintraub do Ministério da Educação (MEC), na quinta-feira (18). Eles destacaram a postura polêmica do ex-ministro.
Collor destacou a Educação como uma ferramenta essencial pata uma sociedade democrática e próspera. “O Brasil merece um Ministro com a experiência e o conhecimento à altura dos desafios que o País enfrenta na área. Livre de ideologias nefastas. Não há futuro sem Educação inclusiva e de qualidade!”, disse o ex-presidente, criticando indiretamente a postura de Weintraub enquanto ministro.
Já Paulão, endureceu o tom e classificou o ex-ministro como racista. “Antes da saída do seu cargo como Ministro da educação, Weintraub extinguiu a portaria que garante cotas para a pós graduação. Um ato racista, sem precedentes e que não pode ser aceito. Governo que não cuida do seu povo. #ForaBolsonaro #VidasNegrasImportam”, disparou o parlamentar da oposição.
Durante um ano e dois meses como titular da pasta da Educação, Weintraub acumulou polêmicas por suas declarações e comentários públicos. O último foi um vídeo em que ele sugere a prisão de membros do Superior Tribunal Federal (STF).
Economista, Abraham Weintraub revelou que foi convidado para ocupar uma diretoria do Banco Mundial.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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