Politicando
Collor volta a criticar Reforma Tributária e destaca necessidade de revisão do pacto federativo
Senador alagoano usou rede social para opinar sobre o tema
Entregue no Congresso Nacional há duas semanas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, a Reforma Tributária voltou a ser criticada pelo senador Fernando Collor (PROS-AL). O ex-presidente da República usou conta no Twitter para destacar que a crise no Brasil não será resolvida apenas pela eficiência de mercado.
Collor entende que dos 5570 municípios brasileiros, cada um enfrenta um problema financeiro em particular. “Reforçar as condições financeiras da gestão municipal é essencial para melhor o bem-estar dos brasileiros”, escreveu o senador alagoano, enfatizando também que a reforma tributária precisa contribuir para a revisão do pacto federativo.
Para o ex-presidente, a solução para a atual crise não virá da fé cega na eficiência do mercado. “O Estado terá papel fundamental. A reforma tributária precisa ter isso em mente. Simplificar sim, mas também induzir o desenvolvimento sustentável, reduzir a carga e tornar sua distribuição mais justa”, escreveu.
Na semana passada, Collor disse acreditar que, este ano, a reforma tributária não será aprovada por conta de o Governo tentar recriar a CPMF. "Estão querendo dourar a pílula, para inglês ver, mas, embutido por dentro disso, está um cavalo de tróia, que é a CPMF. É isso o que o governo está querendo recriar”, disparou.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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