Politicando
Cícero Almeida não está mais sozinho na disputa pela prefeitura de Maceió
Ex-prefeito terá indicação do deputado Antônio Albuquerque para compor sua chapa
Quem pensou que o ex-prefeito de Maceió Cícero Almeida (DC) estaria isolado na disputa majoritária em Maceió se enganou. Ele tem conseguido novos aliados através de articulação do empresário Max Palmeira, que já levou ao grupo o deputado estadual Antônio Albuquerque (PTB).
Além de Albuquerque, que deverá indicar o candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por Almeida, o ex-prefeito pode receber o apoio do PROS e do Avante.
Comandado pelo senador Fernando Collor, o PROS só deverá se posicionar no dia 16 deste mês, prazo final da Justiça Eleitoral para a realização das convenções partidárias. A decisão de última hora segue o estilo tradicional de Collor de fazer política, sempre com suspense.
Já o Avante, liderado pelo advogado Marco Toledo, tem o jovem Ricardinho Santa Ritta como pré-candidato à prefeitura da Capital. No entanto, os interesses de Toledo em Maceió podem se sobrepor ao desejo de Santa Ritta em ser prefeito.
A verdade é que, em silêncio, Almeida vai se fortalecendo nos bastidores e pode surpreender quando a campanha eleitoral começar de fato. Sozinho, ele já vinha pontuando bem nas pesquisas. Agora, com novos aliados, ele pode incomodar os pré-candidatos que são classificados como favoritos.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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