Politicando
Collor reaparece em Alagoas visando Governo do Estado, em 2022
Senador estaria articulando dobradinha com Renan Filho
O senador Fernando Collor de Mello (PROS) foi visto recentemente participando de convenções partidárias em diversos municípios. A presença do ex-presidente em Alagoas causou estranheza e logo virou o assunto mais comentado nas rodas de conversas sobre política.
Nos bastidores, os comentários são de que Collor estaria se articulando para disputar o Governo de Alagoas em 2022 e busca nas eleições deste ano iniciar o processo para construção de suas bases políticas.
O projeto de Collor visando o Palácio República dos Palmares estaria em discussão junto com o governador Renan Filho (MDB), que pretende disputar uma vaga no Senado Federal.
A dobradinha Collor e Renan Filho para 2022 já começaria de agora, com uma articulação para disputa majoritária em Arapiraca.
Renan Filho tem interesse que Luciano Barbosa (MDB) continue como vice-governador para não atrapalhar seu projeto ao senado, em 2022. Collor teria a missão de articular o entendimento entre Barbosa e o deputado estadual Ricardo Nezinho (MDB), que também pretende disputar a prefeitura de Arapiraca este ano. O filho de Luciano, Daniel Barbosa, seria o nome indicado para ser o cabeça de chapa do grupo.
O PROS de Collor – que possui cinco vereadores na Câmara Municipal – pode ter papel fundamental na composição para a disputa majoritária na segunda cidade mais importante de Alagoas.
O que causa dúvida, porém, é se Collor abrirá mão de sua reeleição ao Senado para confiar no apoio da família Calheiros na disputa pelo Governo de Alagoas. Todos sairiam ganhando: Luciano Barbosa a prefeitura de Arapiraca, Collor o governo do Estado, Renan Filho uma vaga no Senado. Mas, o que ficaria para Ricardo Nezinho? Saberemos no próximo dia 16 com o fim do prazo para a realização de convenções partidárias.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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