Politicando
Jingle de Lula é disputado por candidatos à prefeitura de Maceió
Alfredo Gaspar e Davi Davino se basearam na mesma estratégia do PT para se aproximar dos eleitores
O marketing eleitoral é um dos fatores decisivos numa campanha eleitoral. Se usado de forma correta, a vitória é certa. Mas a estratégia também pode dar errado e influenciar para o fim de uma carreira política. Em Maceió, dois candidatos à prefeitura se baseiam nas campanhas do Partido dos Trabalhadores (PT).
Na campanha presidenciável, o candidato do ex-presidente Lula, Fernando Haddad, usou o jingle “Chama que o povo quer”. O objetivo era mostrar que bastava o eleitor escolher que os candidatos “dariam jeito” para o Brasil “ser feliz de novo”.
Na Capital, Alfredo Gaspar (MDB) e Davi Davino (Progressistas) se basearam na mesma estratégia para se aproximar dos eleitores e tentam emplacar o mesmo jingle dos candidatos apadrinhados por Lula.
Será que essa estratégia de “chamar” será que vai pegar ou espantar o eleitor maceioense? O resultado só saberemos no dia 15 de novembro.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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