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Renan Calheiros quer apoio de militares para coleta de dados da CPI da Covid

Relator destacou que “não é o Exército que está sob análise”

30/04/2021 16h04 - Atualizado em 30/04/2021 16h04
Renan Calheiros quer apoio de militares para coleta de dados da CPI da Covid

Relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a possível omissão do Governo Federal no enfrentamento à pandemia, o senador Renan Calheiros (MDB) planeja se reunir na próxima semana com militares.

O objetivo é mostrar que as forças armadas não serão alvo da investigação. Com isso, Calheiros retende se aproximar para que os militares ajudem na coleta de dados nas investigações.

Em seu discurso na primeira sessão da CPI da Covid, Renan Calheiros citou a importância das Forças Armadas em importantes momentos da nação e destacou que “não é o Exército que está sob análise”.

O que Comissão deverá investigar, porém, é a propaganda e a distribuição de remédios sem eficácia cientificamente comprovada, pode alcançar a falta de insumos e a produção de hidroxicloroquina pela Força.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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