Politicando
Rodrigo Cunha e Rui Palmeira atacam Paulo Dantas logo no início do debate
Governador não teceu nenhum comentário rebatendo os adversários
Em suas falas para explicar o motivo de querer assumir o Governo de Alagoas, logo no início do primeiro bloco do Debate 7Segundos 2022, os candidatos Rodrigo Cunha e Rui Palmeira partiram para o ataque contra o também postulante Paulo Dantas. Já Fernando Collor fez um discurso de boa vizinhança, mas não deixou de dar uma investida contra o atual o atual chefe do Executivo.
Rodrigo Cunha voltou a citar que Alagoas tem a maior taxa de analfabetismo do Brasil e de desemprego. Além disso voltou a afirmar que pretende governar Alagoas sem picuinha política e nem sequer beneficiando grupo político.
Já Rui Palmeira voltou a comentar que é candidato ficha limpa e que não é produto de marketing. O candidato disse também que observa que o estado passa por desalento, desamparo e denuncia que há pessoas passando fome. Ele ressaltou que fará política olhando no olho das pessoas.
Fernando Collor também atacou a alta taxa do número de analfabetos em Alagoas. O senador licenciado aproveitou a maioria do seu tempo para conquistar o eleitor mostrando-se como o candidato mais experiente.
Diante dos ataques, Paulo Dantas aproveitou seu tempo para afirmar que dará continuidade a gestão de Renan Filho realizará outras melhorias. Firmou três compromissos de investimento no combate à fome e à pobreza, incentivo fiscal para empresas e também a ampliação de programas na área da educação.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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