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Léo Péricles disse que só tem 0,06% do fundo eleitoral

Para postulante pela Unidade Popular, o Centrão não existe e é um grupo de direita

02/09/2022 12h12
Léo Péricles disse que só tem 0,06% do fundo eleitoral


Em entrevista à Rede Antena 7, no programa Antena Manhã, desta sexta-feira (02), o candidato à Presidência da República Léo Péricles (Unidade Popular) disse que o Centrão não existe, e afirmou que este grupo é formado por partidos de direita. Ainda na oportunidade, ele afirmou que não tem sido convidado para participar de debates e reclamou que também não tem tempo de exposição na tevê nem em rádio, bem como disse que só tem direito a 0,06% do fundo eleitoral. 

“Não temos acesso ao fundo partidário. Só temos 0,06% do fundo eleitoral”, disse Léo Péricles. Apesar dos desafios, o candidato pelo UP afirmou que está motivado para superar as dificuldades. “Mesmo diante desse desafio estamos empolgados. Estamos com muita energia e muita vontade, pois somos de movimentos sociais há muitos anos”, disse.

Léo Péricles aproveitou, ainda, para comentar a marca alcançada em agosto pelo Estado que conseguiu, de forma inédita em dez anos de levantamento, reduzir os índices de criminalidade em 54,5%. Léo Péricles corroborou com os dados apresentados pelo Governo de Alagoas: “A gente estava dialogando com vários especialistas da área. E a gente tem que julgar a década. Não pode dizer que os crimes estão diminuindo somente por um ano”, disse.

Assista à entrevista completa clicando no link da rede Antena 7 no YouTube: 

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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