Politicando
O que esperar dos três deputados alagoanos que fazem parte da CPI do MST?
Fábio Costa, Alfredo Gaspar e Paulão são os deputados federais alagoanos que estarão presentes na CPI do MST
A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) foi instalada na Câmara dos Deputados e será responsável por apurar as invasões de terras e fontes de financiamento.
Alagoas, que conta com políticos de destaque no Congresso, contará com três parlamentares no grupo que participarão da CPI, que terá duração de 120 dias.
Fábio Costa (PP) é membro-titular e 2º vice-presidente da CPI; Alfredo Gaspar foi escolhido para representar a bancada do União Brasil; o deputado Paulão foi um dos escolhidos para representar a bancada da federação que o PT faz parte.
“Estou muito honrado em ser membro titular desta comissão. A expectativa é a melhor possível para que possamos avançar nesta CPI e descobrir diversos fatores em relação a todo esse movimento de invasão de terras que têm ocorrido no Brasil, sobretudo após o ex-presidente Lula ter assumido novamente a Presidência da República”, disse Fábio.
O deputado federal Paulão (PT) declarou que fará a defesa do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). “Pra mim é uma grande honra participar dessa CPI e reafirmo que irei fazer a defesa do MST, porque entendo a importância dos movimentos agrários para o Brasil. Portanto, vamos fazer um debate qualificado, com nível elevado, fazendo a defesa do MST”, declarou Paulão.
A CPI do MST será presidida por Ricardo Salles (PL), ex-ministro do Meio Ambiente do governo Jair Bolsonaro.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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