Politicando
Relatório final da CPI comprova irregularidades na Secretaria de Assistência Social de Messias
O relatório foi aprovado pelos membros da comissão e após análise da Mesa Diretora será entregue ao MPAL
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada em 2023 para investigar possíveis irregularidades na Secretaria de Assistência Social de Messias aprovou o relatório final que, agora, está na Mesa Diretora da Casa Legislativa e posteriormente será entregue ao Ministério Público de Alagoas (MPAL).
De acordo com o relator da CPI, vereador Nenel Luis (Avante), mesmo com a morosidade de integrantes da comissão que pertencem a base do prefeito Marcos Silva (Republicanos), o grupo concluiu os trabalhos e conseguiu aprovar o relatório final que aponta as falhas cometidas pela pasta de Assistência Social.
O relatório final da CPI mostra irregularidades em contratos firmados entre o período de 2021 e 2023, como a falta de documentos necessários e compras superfaturadas.
Dos cinco vereadores que integram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), três votaram pela aprovação do relatório final. Isael Ribeiro, filho do vice-prefeito da cidade, votou contra a aprovação. Thaysinha Peixoto, esposa do diretor de cultura de Messias, também foi contra a aprovação do relatório final.
Com a aprovação do relatório, o texto segue para análise da Mesa Diretora - sob a presidência do vereador oposicionista Ary Cleyton (PDT) - e posteriormente será entregue ao Ministério Público de Alagoas para que sejam tomadas as medidas legais.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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