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Câmara de Maceió aprova data oficial em memória das vítimas do comunismo

Teca Nelma foi a única a votar contra o projeto do vereador Leonardo Dias

16/05/2024 11h11
Câmara de Maceió aprova data oficial em memória das vítimas do comunismo

A Câmara Municipal de Maceió aprovou em primeiro turno, durante a sessão ordinária desta quarta-feira (15), o “Dia Municipal em Memória das Vítimas do Regime Comunista”. A proposição é do vereador Leonardo Dias (PL).

Dos poucos vereadores que estavam presentes no Plenário da Casa de Mário Guimarães, apenas Teca Nelma (PT) votou contra a aprovação da data.

Na tribuna, Leonardo Dias criticou o voto contrário da vereadora petista e disse que Teca é seletiva quando o assunto é vítima. “ Teca Nelma fez questão de votar contra. As vítimas do nazismo precisam ser defendidas, enquanto a vítima do comunismo tem que ser esquecida”, disse.

Na semana passada, a Casa aprovou uma data oficial em memória das vítimas do nazismo. Com isso, o vereador bolsonarista trouxe à tribuna a indignação pelo texto ter sido aprovado por unanimidade, enquanto sua proposição recebeu o voto contrário de Teca Nelma.

“Vimos Bolsonaro ser acusado de genocídio tantas vezes, mas quando há pessoas que morreram nesse regime, aí que se quer colocar um nuvem e esconder essas vítimas. São 100 milhões de pessoas mortas por um regime que oprimia pessoas no mundo inteiro”, disse Leonardo Dias.

O vereador finalizou seu discurso questionando seus pares qual seria o motivo de não se reconhecer os erros históricos. “Não há como ser contra um e defender o outro”, disse.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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