Politicando
Amanda Acioli quer acabar com hegemonia da família Feijó em Boca da Mata
A pré-candidata a prefeita conta com o apoio de Dantas, Calheiros e Ayres
A advogada Amanda Acioli (PSB) é pré-candidata a prefeita de Boca da Mata. A disputa não será nada fácil: há 12 anos a família Feijó está à frente da administração da cidade. Amanda falou sobre sua pré-candidatura no Antena Manhã desta quinta-feira (23).
A pré-candidata socialista acredita que o atual prefeito, Bruno Feijó (PP), não está fazendo uma gestão coerente com as verbas que a cidade recebe.
“Pelo volume de recursos que Boca da Mata recebe atualmente, poderia ter um trabalho brilhante. Temos dificuldades na saúde, infraestrutura e assistência social. Boca da Mata tem uma prefeitura superavitária. Além dos recursos ordinários, a cidade recebe royalties de petróleo. Só ano passado, a cidade recebeu quase R$14 milhões”, diz Amanda em um trecho da entrevista.
Além da má gestão, a pré-candidata disse que há opressão à oposição em Boca da Mata. “Política a gente discute com ideias, não com opressão.”
Nas últimas semanas, o ex-vereador e ex-vice-prefeito Valter Acioli - pai de Amanda - esteve com o ex-prefeito Zé Tenório, que decidiu se unir novamente à família Acioli.
O grupo conta ainda com o apoio do governador Paulo Dantas, do senador Renan Calheiros, do Ministro Renan Filho e do deputado estadual Alexandre Ayres.
O Antena Manhã vai ao ar de segunda a sexta, às 7hr, na Rede Antena 7 de Rádios.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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