Politicando
Senado vota taxação de compras internacionais nesta terça; Rodrigo Cunha foi escolhido como relator
O texto propõe uma alíquota de 20% para a importação de mercadorias de até US$ 50
O Senado Federal vota nesta terça-feira (04) o texto que inclui a taxação de compras importadas de até US$ 50. O polêmico projeto que ficou conhecido como “taxação das blusinhas” terá como relator o senador Rodrigo Cunha (Podemos).
O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados na última semana e será apreciado pelos senadores durante sessão na tarde desta terça-feira.
O texto propõe uma alíquota de 20% para a importação de mercadorias de até US$ 50 e foi incluído dentro do Projeto de Lei que institui o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover). O texto é considerado um “jabuti” por ser estranho ao tema original.
Nas redes sociais, Rodrigo Cunha disse que está se debruçando sobre o assunto, conversando com ministérios e com o setor envolvido com a finalidade de chegar a um relatório que atenda às expectativas.
O projeto vinha sofrendo oposição da bancada ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Congresso Nacional. No entanto, o ex-mandatário mudou de opinião sobre o assunto, ao ouvir o empresário Luciano Hang, convencendo sua bancada a aprovar a taxação que visa proteger o mercado nacional de uma concorrência desleal.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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