Politicando
Dantas aceita candidatura do PT de bom grado; Ricardo Barbosa diz que não houve acordo
O presidente estadual do PT disse que não é submisso ao Palácio República dos Palmares
A reunião entre Paulo Dantas (MDB), Paulão (PT) e Ricardo Barbosa (PT) na última semana, parece ter sido amistosa demais. Os petistas saíram do encontro com a certeza da manutenção da pré-candidatura majoritária em Maceió, mas Barbosa disse que não houve nenhum acordo firmado entre as partes.
Em entrevista à Rede Antena 7, na manhã desta segunda-feira (08), Ricardo Barbosa disse que não houve acordo com o MDB para que sua pré-candidatura seguisse de pé. De acordo com o petista, Paulo Dantas apenas se preocupou com a estratégia da oposição.
“Não houve acordo nenhum. Acordo do ponto de vista expressa, absolutamente nenhum. O governador mostrou preocupação com a pulverização das candidaturas da oposição”, disse.
Barbosa explicou que Paulo Dantas estava preocupado que a horizontalização das candidaturas da oposição pudesse acabar atrapalhando o resultado eleitoral dos partidos que compõem a base de aliados do governo do estado.
Apesar de ter se reunido com Dantas no Palácio República dos Palmares, Ricardo Barbosa disse que não é submisso ao governo. “Não somos submissos a governo nenhum. Somos parceiros. Não tenho que ter autorização do governador para ter uma candidatura”, disse.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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