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PV e PCdoB vão se reunir com PT para discutir possível indicação de vice do Rafael Brito

PT tem dito que não concorda com indicação de um nome para compor com o MDB

16/07/2024 14h02 - Atualizado em 16/07/2024 15h03
PV e PCdoB vão se reunir com PT para discutir possível indicação de vice do Rafael Brito

A Federação Brasil da Esperança - composta por PV, PT e PCdoB - vai se reunir nesta quarta-feira (17) para definir se apoia ou não uma indicação para a chapa do Rafael Brito (MDB) a prefeito de Maceió. O entendimento do grupo é de participar da disputa majoritária.

O grande empecilho no momento é o PT. o partido do presidente da República pode ter sua candidatura majoritária vetada na capital alagoana na noite desta terça-feira (16). Caso o veto seja confirmado, a Federação vai deliberar sobre a composição com o MDB de Rafael Brito.

Um interlocutor do PCdoB revelou ao Blog Politicando que a Federação Brasil da Esperança deve apoiar uma composição com o MDB.

O grupo ainda não chegou a um consenso sobre um nome da Federação para indicar ao cargo de vice na chapa de Rafael Brito caso o PT não queira ceder um nome. Mesmo apoiando uma composição com o MDB, a fonte ouvida pelo Blog diz que o PV e o PCdoB sempre enxergaram a pré-candidatura de Ricardo Barbosa como viável e legítima.

Lideranças do PT de Maceió já avisaram que não irão aceitar uma composição com o MDB e enxergam com maus olhos a possível interferência da direção nacional do partido.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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