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Marcelo Nascimento diz que Lula queria Barbosa na disputa, mas MDB convenceu Hoffmann a repensar

O presidente do PT Maceió disse que o interesse do presidente da República é ter candidato em todas as capitais

17/07/2024 11h11 - Atualizado em 17/07/2024 12h12
Marcelo Nascimento diz que Lula queria Barbosa na disputa, mas MDB convenceu Hoffmann a repensar

Além da pré-candidatura de Ricardo Barbosa ter sido homologada pela direção nacional do PT, há cerca de 1 mês, Marcelo Nascimento disse que era do interesse de Lula que as capitais tivessem um nome petista para a disputa majoritária deste ano.

O presidente do PT Maceió foi o entrevistado desta quarta-feira (17) do Antena Manhã, da Rede Antena7. O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira das 07h às 10h.

De acordo com Marcelo, o PT em Maceió começou a discutir a possibilidade de uma pré-candidatura após incentivos da própria direção nacional. “Começamos os debates internos após uma recomendação da direção nacional do PT de que teríamos candidatos em todas as capitais. O próprio presidente Lula verbalizou em uma reunião com os dirigentes a nível nacional e estaduais”, disse.

A mudança de planos, claro, passa pela pressão imposta pelo grupo do senador Renan Calheiros, que delegou as tratativas da retirada de Barbosa da disputa pela Prefeitura de Maceió aos deputados Baleia Rossi e Isnaldo Bulhões.

Os emedebistas procuraram a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann para tentar convencê-la a vetar a pré-candidatura de Ricardo Barbosa.

De acordo com Marcelo, PT e MDB estão negociando o afunilamento de candidaturas também em outras cidades.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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