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Briga entre primos dá o tom da eleição para Prefeitura de Pilar

Após ação movida por Thais, Renato Filho debocha e publica foto mandando beijo para sua prima

25/07/2024 11h11 - Atualizado em 25/07/2024 11h11
Briga entre primos dá o tom da eleição para Prefeitura de Pilar

A disputa pela cadeira de prefeito em Pilar nas eleições deste ano já tinha chamado atenção pelo grau de parentesco entre os opositores. Agora, a briga entre primos vem ganhando mais destaque com os “deboches” desferidos nas redes sociais.

Nas últimas semanas, Thais Canuto (PDT) entrou com ações na Justiça Eleitoral alegando que seu primo, o prefeito Renato Filho (MDB), estaria fazendo propaganda eleitoral antecipada.

Desta vez, Thais alega que o prefeito está cometendo abuso de poder político e econômico. A pré-candidata não tem gostado das postagens de seu primo, que insiste em comparar sua gestão com a gestão do pai de Thais, Carlos Alberto Canuto.

Nesta quarta-feira (24), Renato Filho, que está em seu último mandato à frente de Pilar, disse que Thais não aceita suas publicações. “Mais uma ação da pré-candidata que não decola e nem vai decolar. Ela não aceita que eu compare a gestão do pai dela, onde ela mandava, com a minha”, disse.

Ainda na sequência de publicações temporárias no Instagram, os stories, Renato publicou uma foto ironizando a situação e mandando um beijo para sua prima.


Em Pilar, a disputa pela cadeira de prefeito se dará entre Thais Canuto, apoiada pelo vice-governador Ronaldo Lessa, e Fátima Rezende, tia de Renato que ganhou o apoio dos Calheiros.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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