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Mesmo com apelo de Ronaldo Lessa, oposição em Rio Largo não une forças contra candidato do GG

Izabelle Lins e Pedro Victor não estão chegando a um consenso quanto às eleições

26/07/2024 11h11 - Atualizado em 26/07/2024 11h11
Mesmo com apelo de Ronaldo Lessa, oposição em Rio Largo não une forças contra candidato do GG

As articulações da oposição para as eleições deste ano em Rio Largo vêm fortalecendo a candidatura de Carlos Gonçalves, nome escolhido pelo prefeito Gilberto Gonçalves. Izabelle Lins e Pedro Victor, mesmo com o apelo de Ronaldo Lessa, não estão chegando a um consenso.

A popularidade e a força do atual prefeito na cidade é inegável. Pensando nisso, o vice-governador e presidente estadual do PDT, Ronaldo Lessa, fez um apelo durante recente entrevista à Rede Antena 7, para que Pedro Victor aceite compor com a ex-primeira-dama Izabelle Lins.

O pedido, no entanto, parece que não foi ouvido. Ambos pré-candidatos da oposição marcaram a data de suas convenções em dias diferentes e uma fonte do Blog Politicando na cidade afirma que as conversas entre os dois grupos não chegaram a nenhum lugar.

Com a oposição rachada quem se vê favorecido é o candidato dos Gonçalves, que já está inserido em um cenário favorável e segue contente com o bater de cabeça entre os grupos oposicionistas.

A fonte do Blog diz ainda que o ego em se manter candidato, mesmo vendo que as condições são desfavoráveis, tem atrapalhado o andar das negociações.

Há ainda, uma remota possibilidade de haver uma composição, mas Izabele, por exemplo, já conta com um plano B e C.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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