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PT confirma que não vai indicar vice de Rafael Brito em Maceió

O partido não acha que a indicação de um nome para compor com o MDB seja coerente

31/07/2024 09h09
PT confirma que não vai indicar vice de Rafael Brito em Maceió

O Diretório do PT em Maceió divulgou uma nota nessa terça-feira (30), afirmando que não vai indicar o vice-prefeito na chapa majoritária do MDB, que é encabeçada pelo deputado federal Rafael Brito. A decisão se deu após uma reunião entre os integrantes do partido.

O PT reitera que a candidatura de Ricardo Barbosa seria a melhor opção para a disputa eleitoral, mas acata a decisão vinda da Executiva Nacional. No entanto, os petistas locais dizem que não haveria coerência em indicar qualquer um de seus filiados como vice de Rafael Brito.

“O PT em Maceió compreende que não refletirá a política até então construída, de uma candidatura própria do partido, indicar qualquer um dos nossos filiados para ocupar essa vaga nessa composição majoritária”, diz um trecho da nota.

O Diretório de Maceió abre mão de indicar o vice de Rafael Brito e afirma que irá apoiar a escolha que vier dos emedebistas.

Na fila para indicar o vice-prefeito na chapa do Rafael Brito está agora o PV e o PCdoB, que fazem parte da mesma federação que o PT, a Brasil da Esperança.

Resta agora saber quem será o vice de Rafael Brito. A conferir.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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