Politicando
Regis Cavalcante chama campanha de Bebeto de ‘escadinha para boquinha familiar’
Para o ex-deputado federal, o horário político na TV tem sido um circo de horror
O secretário-geral do Cidadania e ex-deputado federal Regis Cavalcante, pode até estar afastado da grande mídia e até mesmo da memória do eleitorado alagoano, mas segue atento ao que acontece no meio político.
Nas redes sociais, o ex-deputado fez duras críticas a forma como o deputado estadual Cabo Bebeto (PL) vem conduzindo a candidatura a vereador de seu filho, Caio Bebeto (PL).
“O deputado com filho na TV afirmando que é conservador e de direita. Nem precisava falar, a imagem acompanhada com o pai demonstra claramente o atraso da empreitada. Repete a velha e mofada roupa do poder sem pudor”, escreveu Regis.
O ex-parlamentar falou ainda que a eleição estaria sendo usada como uma escada para o favorecimento da família. “Fazer da representação pública escadinha para boquinha familiar. Degradando o filho, que deveria projetar o seu futuro pelo mérito. Um circo de horror pela TV no horário eleitoral”.
Na mensagem publicada em sua rede social, o ex-deputado não usa o nome da família Bebeto, mas o Blog Politicando confirmou com Regis e o mesmo disse que tentou atingir a classe política de uma maneira geral, mas confirmou que Bebeto representa esse “atraso” na política.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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