Politicando
Defesa de Marcos Madeira fala em erro da Justiça Eleitoral e afirma que ex-prefeito segue na disputa
O candidato teve sua candidatura impugnada no último sábado
A equipe jurídica da candidatura do ex-prefeito de Maragogi, Marcos Madeira (MDB), já prepara a defesa que será apresentada à Justiça Eleitoral, que no último sábado (07), através de decisão da juíza Lívia Maria Mattos Melo Lima, impugnou a chapa emedebista.
O ex-desembargador eleitoral Luiz Vasconcelos, responsável pela defesa do ex-prefeito, disse que a decisão da magistrada apresenta um grave erro ao desconsiderar que a condenação, alvo do pedido de impugnação, havia prescrito.
“Marcos Madeira é sim candidato e continuará sendo. Enquanto houver recurso, ele continua apto a disputar o cargo”, disse o ex-desembargador.
Na noite desse domingo (08), durante ato político nas ruas da cidade, Marcos Madeira falou sobre a decisão da Justiça e aponta como um movimento político. “Tentaram me tornar inelegível, mas estou aqui elegível. Eles querem impugnar a minha candidatura porque sabem que vão perder para nós”.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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