Politicando
Candidata a prefeita do PCO toma chá de sumiço e levanta suspeitas sobre sua candidatura
Nina Tenório não fala com a imprensa e mantém suas redes sociais fechadas
A candidata à Prefeitura de Maceió pelo Partido Da Causa Operária (PCO), Nina Tenório, tem chamado atenção por sua ausência não só nos debates e sabatinas promovidos pela imprensa maceioense, mas também por não responder a nenhuma tentativa de contato e por manter seu Instagram privado.
A ativista que defende um governo sem a participação da Câmara Municipal de Maceió, por considerar os vereadores “mafiosos e bandidos” parece estar desanimada para as eleições em outubro.
Todos os veículos de comunicação que realizaram sabatinas ou algum tipo de debate com os postulantes ao cargo de prefeito da capital alagoana não conseguiram contato com a candidata ou obtiveram uma negativa quanto à presença de Nina nos eventos de campanha.
Outro fator que chama atenção é que Nina mantém seu perfil no Instagram - um dos principais expoentes para candidatos sem espaço no rádio e na TV - privado, impedindo com que a imprensa acompanhe seu dia a dia.
A candidata também não informa sua agenda de campanha e pouco se sabe o que esperar da candidata, já que seu plano de governo é um dos menores entre os planos apresentados pelos candidatos desta eleição.
O chá de sumiço de Nina Tenório chama atenção de todos e levanta questionamentos quanto às intenções da candidata que tem se escondido dos eleitores e impedindo que o grande público a conheça.
Por diversas vezes, a equipe de jornalismo do portal 7Segundos entrou em contato com Nina Tenório mas não obteve resposta. O espaço segue aberto.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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