Adam Sandler revive Um Maluco no Golfe em filme recheado de nostalgia
Após 29 anos, sequência de Um Maluco no Golfe aposta no resgate criativo de piadas e momentos clássicos
Happy Gilmore está de volta! Após 29 anos do lançamento do primeiro filme, Adam Sandler retorna ao papel em Um Maluco no Golfe 2, que estreou nesta sexta-feira (25) na Netflix. A sequência aposta alto na nostalgia, trazendo de volta grande parte do elenco original e resgatando piadas, personagens e situações clássicas da comédia de 1996.
Na trama original, Happy, um aspirante a jogador de hóquei, descobre o talento para o golfe e entra em um torneio para tentar recuperar a casa da avó. O longa arrecadou US$ 41 milhões e se tornou um sucesso. Agora, o roteiro mostra o que aconteceu com o personagem desde então.
Happy terminou o primeiro filme vitorioso e apaixonado por Virginia Venit (Julie Bowen). Mas tudo muda: ele mata a esposa acidentalmente com uma bola de golfe, fica viúvo, com cinco filhos e afundado no alcoolismo.
A virada acontece quando a filha Vienna é convidada para dançar balé em Paris, mas precisa de US$ 300 mil. Sem saída, ele volta ao esporte para garantir o dinheiro.
A partir daí, Um Maluco no Golfe 2 embarca em uma jornada recheada de referências ao primeiro longa. Desde os movimentos pélvicos exagerados, agora reproduzidos pelos filhos em seus empregos, até personagens coadjuvantes que ganham novos momentos, tudo contribui para um clima de comédia nostálgica.
Em uma das cenas mais inusitadas de 1996, Happy derruba um ar-condicionado sobre uma idosa ao visitar a avó em uma casa de repouso. Agora, ao visitar o túmulo da esposa, a mesma idosa grita de dentro de outro caixão, com uma foto dela sob o aparelho.
Para quem assistiu ao original, o filme é um prato cheio de referências criativas. Já os novatos podem conferir o clássico de 1996 antes, para uma experiência mais completa.
Apesar da homenagem ao passado, o novo filme também apresenta piadas inéditas, como o hábito de Happy de esconder bebida dentro de objetos inusitados.
Limites do humor
Adam Sandler tinha 30 anos quando viveu Happy pela primeira vez. Agora, aos 58, encara uma realidade bem diferente no humor, que passou a exigir mais cuidado.
Ainda assim, o filme mescla o novo e o antigo. De um lado, aborda temas contemporâneos, como a sexualização da mulher. De outro, mantém práticas criticadas, como a escolha de Lavell Crawford para viver um treinador que perdeu a mão, apesar de o ator não ser uma pessoa com deficiência.
Sobre os limites do humor, Adam afirma:
“Estamos cientes de que não queremos ferir os sentimentos de ninguém. E se acontecer, não foi de propósito. A intenção do filme é criar um sentimento nostálgico, familiar e apenas tentar fazer você rir. Definitivamente, esse é o objetivo”.
O diretor Kyle Newacheck também comentou o tema: “Não tem nada de errado em ajustar uma piada para fazer todo mundo achar engraçado”.
Time de estrelas
Além de reunir o elenco original, o retorno conta com um time de celebridades. O cantor Bad Bunny interpreta um simpático gandula que acompanha Happy. Eminem faz uma ponta como torcedor inconveniente em uma referência direta ao primeiro filme.
Post Malone, astro da música, aparece como comentarista esportivo, enquanto Travis Kelce, atleta e namorado de Taylor Swift, também tem sua participação especial. Margaret Qualley, estrela de A Substância, aparece rapidamente como uma jovem praticante de golfe.
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