Raquel ganha sócia inesperada e vai à falência em Vale Tudo
Raquel é traída por quem menos se espera no remake de Vale Tudo e perde a Paladar
Raquel Aciolli vive seu auge profissional no remake de Vale Tudo. Desde que comprou a Paladar, a personagem virou um exemplo de superação e ética, fazendo seu negócio crescer mesmo em meio a adversidades.
Seu sucesso parece inabalável e é justamente isso que desperta a inveja e o incômodo de figuras poderosas na trama, como Odete Roitman (Débora Bloch) e até mesmo questionamentos sobre como ela conseguiu crescer tanto, como os vindos de Heleinha (Paolla Oliveira).
Só que o maior golpe não virá da vilã de forma direta, mas de quem Raquel menos espera, Celina (Malu Galli), sua própria sócia e até então aliada.
Mesmo lucrando com o sucesso da Paladar, Celina cederá a uma chantagem sórdida de Odete.
A vilã, ao descobrir a sociedade da irmã com Raquel, exigirá que Celina venda sua parte da empresa a preço de banana.
Celina aceita o acordo e entrega sua parte da Paladar a Odete, que, numa ação implacável, fecha a empresa e enterra, pelo menos por enquanto, o sonho da protagonista.
A retaliação surge como vingança pelo envolvimento de Raquel com Ivan, tornando-a um dos principais desafetos da empresária na história, uma vez que a megera armou para que Ivan casasse com sua filha Heleninha.
Últimas notícias
Ex-ministro de Bolsonaro distribui adesivos pró-Flávio no Carnaval
Morre Robert Duvall, ator de 'O Poderoso Chefão' e 'Apocalypse Now', aos 95 anos
PM combate o tráfico e outros crimes no interior do estado
Cantor Igor Kannário faz declarações polêmicas sobre Ivete e repercute na web
Polícia Civil investiga ataque a tiros que deixou um morto e dois feridos em Carneiros
Homem com mandado por violência doméstica é preso após ser identificado por reconhecimento facial em Maceió
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
Indústria brasileira do setor alimentício terá fábrica em Rio Largo
