Felca diz que investigou Hytalo Santos por um ano antes de denúncia
O youtuber falou sobre o vídeo denunciativo durante entrevista no Altas Horas, que vai ao ar neste sábado (16/8)
O youtuber Felca falou pela primeira vez sobre o vídeo no qual denuncia o influencer Hytalo Santos por exploração de menores. Em conversa no Altas Horas, que vai ao ar no sábado (16/8), ele revela que apurou o caso por um ano antes de publicar o conteúdo.
“O mais difícil foi reunir essas informações, porque parte da demora, e demorei um ano para postar o vídeo, foi porque é um tema tão aversivo, que se você não tem sangue de barata você não consegue”, revelou Felca.
“Eu ficava vendo aqueles materiais, e ficava com tanta agonia, tanto amargor na boca, que pela minha saúde mental eu pensava ‘vou dar um tempo nisso, vou fechar o notebook e volto amanhã’”, contou o influenciador.
Por fim, ele concluiu: “Mas a repercussão, por mais que tenha muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, é muito positiva, estou muito feliz porque se estão dando luz para essa causa, creio que possa haver mudanças”.A publicação tem mais de 40 milhões de visualizações e acelerou o processo de investigação do caso, resultando na prisão de Hytalo Santos, nesta sexta-feira (15/8), em São Paulo.
Influenciador Hytalo Santos é preso em SP por exploração de menores
O influenciador Hytalo Santos foi preso nesta sexta-feira (15/8), em Carapicuíba, na Grande São Paulo (SP). Ele é investigado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) por exploração e adultização de crianças e adolescentes. A informação da prisão foi divulgada pela GloboNews e confirmada pelo Metrópoles.
Israel Nata Vicente, conhecido como Euro, marido do influenciador, também foi preso. Os mandados foram expedidos pelo juiz Antônio Rudimacy Firmino de Sousa, da 2ª Vara da Comarca de Bayeux, da Paraíba.
De acordo com a decisão judicial, a prisão dos investigados “apresenta-se como medida imprescindível para a preservação da instrução processual, protegendo as provas e as testemunhas de novas investidas ilícitas”.
Ainda de acordo com a decisão, segundo as provas apuradas até agora em inquérito policial, os depoimentos de testemunhas e as provas documentais, “há fortes indícios de tráfico de pessoas, exploração sexual e trabalho infantil artístico irregular — produção de vídeos com divulgação em redes sociais —, constrangimento de crianças e adolescentes, dentre outros crimes”.
“Isto posto, havendo indícios de participação dos indiciados nos crimes, e visando a garantia da ordem pública”, a Justiça determinou a prisão preventiva — quando não há prazo para expirar — de Hytalo e Israel.
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