Sem corridas no horizonte, F1 aumenta período de férias para 63 dias
Já que a previsão mais otimista é de uma temporada 2020 da F1 começando em julho, funcionários das equipes seguem de férias até o começo de junho. A informação é da ‘Auto Motor und Sport’, que revela também plano de retorno gradual ao trabalho
Não há expectativa de GPs de Fórmula 1 antes de julho, o que força a categoria a se readequar. Depois de determinar período de férias de 35 dias, desde meados de março, categoria e equipes concordaram em postergar o retorno à ativa. De acordo com a revista alemã ‘Auto Motor und Sport’, serão ao todo 63 dias de paralisação, durando até o começo de junho.
A medida, entretanto, traz duas exceções. Funcionários envolvidos com desenvolvimento de unidades de potência podem retornar duas semanas mais cedo, após 49 dias de afastamento. Um dia depois, após 50 de paralisação, dez funcionários por equipe ficam liberados para trabalhar no desenvolvimento dos carros.
Esse trabalho, ainda de acordo com a ‘Auto Motor und Sport’, terá foco “no longo prazo”. Em outras palavras, nos projetos do novo regulamento técnico, previsto para entrar em cena em 2022. Por tabela, isso significa que ficam vetadas mudanças aerodinâmicas nos bólidos atuais, de 2020.
O retorno gradual será analisado de perto pela FIA. Nomes, cargos e foco exato do trabalho de cada um precisam ser passados à federação, que fará análise caso a caso.
Com o retorno ainda tímido ao trabalho, as equipes de F1 seguem a linha dos planos do Liberty Media. A dona dos direitos comerciais da categoria planeja GPs em julho, apostando fichas na Áustria e na Inglaterra. As provas no Red Bull Ring e Silverstone, se confirmadas, acontecem com portões fechados.
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